quinta-feira, 23 de março de 2017

Erva Mate - Sul Brasil - Antigamente

Ciclo da Erva Mate no Sul do Brasil
 Árvores de Erva-mate, década de 1920.
 Foto para propaganda da Firma Portes, Irmãos & Cia. em São Mateus do Sul na década de 1920.
 Sapecando a erva-mate – Portes & Cia., década de 1920
 Malho puxado a burro da Firma Portes, Irmãos & Cia., em São Miguel da Roseira, na década de 1920. O malho era utilizado para triturar a erva bruta
 Erva mate envasada na Firma Portes, Irmãos & Cia., em São Miguel da Roseira, PR – 1931. Material de propaganda, observe-se que nesta fotografia aparecem todos os tipos de produtos e embalagens (SKUs) produzido pela Portes & Cia
Maquinário da Firma Portes, Irmãos & Cia., em São Miguel da Roseira, PR – década de 1920
 O Pirahy atracado para carga, no porto de São Mateus do Sul PR, década de 1920. (Rio Iguaçu).
 O Pirahy, da empresa Portes, Irmãos & Cia. navega pelo Rio Iguaçu em São Mateus do Sul, por volta de 1925.
 O “Tres Barras” atracado no porto da cidade, sobre o Rio Negro – anos 1920.
 Malho movido a burro em barbacuá da Firma Portes, Irmãos & Cia., na região de São Mateus do Sul, PR – década de 20.
 Transporte de erva-mate – São Mateus do Sul PR anos 1920
 Ensacando a erva – Portes & Cia. S. Mateus do Sul PR anos 1931.
 Equipamentos para o envase da erva mate da Firma Portes, Irmãos & Cia., em São Miguel da Roseira, em 1931.
 Depósito da Firma Portes, Irmãos & Cia., em Três Barras, SC – década de 1920.
 Locomovel sendo transportado - 1928
 Carregamento de Mate da Firma Portes, Irmãos & Cia., na localidade da “Tesoura”, São Mateus do Sul – 1918/1928.
 Balsa que transportou locomóvel de propriedade do Sr. Seraphim Portes, da firma Portes, irmãos & Cia. em Três Barras, SC – na década de 1920. Aparece carroça puxada por mulas.
 Seraphim Portes, José Faustino Portes (Jeca Portes) e João Kossakoski (João Polaco), funcionário da firma Portes, Irmãos & Cia. em São Mateus do Sul, PR – década de 1920.
Corte de Erva na região de São Miguel da Roseira, São Mateus do Sul, PR, da firma Portes, Irmãos & Cia.
 Casa Santa Esmeralda da firma Portes, Irmãos & Cia., onde funcionava, inclusive, o cinema em Três Barras, SC – 1928
 Três Barras SC - Cine São José – Empresa Portes Irmãos – 1918/1928.
 Escritório da Firma Portes Irmão & Cia em Três Barras, SC – década de 1920.
 Escritório da Firma Portes Irmão & Cia em Três Barras, SC – década de 20, aparecendo Jeca Portes.
 Cooperativa de produtores de erva mate, em São Mateus do Sul, PR – década de 1920.
 Corte de erva mate na região de São Miguel da Roseira, aparecendo, à direita no fundo, Seraphim Portes.
 Raia para corrida de cavalos, de propriedade da família Portes, na localidade de Burro Preto, em São Mateus do Sul, PR – década de 20. A corrida em raia reta foi trazida pelos imigrantes sírios e libaneses, e até hoje é muito comum nos planaltos do PR e SC.
 Erva mate envasada para exportação na Cooperativa de Produtores de Erva Mate em São Mateus do Sul, PR – década de 1920.
 Sapecando o mate – São Miguel da Roseira, S. Mateus do Sul, PR década de 1920.
 Vapor com roda d’àgua durante a cheia no Rio Negro, em Três Barras, SC – década de 1920.
 Classificação de erva no escritório da Firma Portes, Irmãos & Cia. em São Miguel da Roseira – década de 20.

Fotos - Claro Gustavo Jansson

quarta-feira, 22 de março de 2017

Lucky Strike - História e coleção

LUCKY STRIKE se tornou um símbolo da cultura norte-americana. Um cigarro forte que é dono de uma imagem de rebeldia (fruto de suas campanhas de marketing durante anos). A marca centenária explora o conceito “Original Smoke” e valoriza sua história e sua herança para os consumidores. Ao fumar um cigarro LUCKY STRIKE, o consumidor está fumando uma rica história no segmento de tabacaria.
O LUCKY STRIKE foi inventado por Matt Tellman e lançado no mercado em 1871 pela empresa R.A. Patterson na cidade de Richmond, estado americano da Virginia, sendo a primeira marca de cigarro a ser produzida em massa. Inicialmente foi lançado como cigarro mascável e pouco depois como cigarros normais. O nome LUCKY STRIKE foi escolhido em referência aos tempos da “Corrida do Ouro”. Em 1905 a American Tabacco Company, empresa fundada três anos antes, comprou a marca. No ano de 1916 o cigarro foi reintroduzido no mercado pela nova proprietária, vendido em maços verde-escuro. No ano seguinte foi lançado o slogan “It’s Toasted”, para descrever o processo de produção do cigarro na época (mais tostado do que desidratado), além do novo logotipo da marca. Essa nova imagem era necessária para competir com outras marcas fortes estabelecidas no mercado como Camel.
 Coleção aumentando
 Propaganda Original de época na moldura (textura verde lembrando a marca)
 Display em papelão para balcão - americano
 Livro - História Lucky Strike - Usa - 1953



 Lata Lucky Strike nacional
 Lata Lucky Strike americana
  Lata Lucky Strike americana
  Latas Lucky Strike nacional
  Lata Lucky Strike nacional
 Chaveiro e Fósforo Lucky Strike - Made USA
 Medalha em acrílico Brown & Williamson Tabbaco Corporation - 1995 - Linda peça!
  A fusão da empresa de tabaco americana em Brown & Williamson em 1995
foi um marco histórico, simbolizando uma homenagem a algumas grandes
tradições antigas e uma promessa de um futuro brilhante para a nossa empresa
Junto com este símbolo, enviamos nossos melhores votos para um
ano novo brilhante e próspero
Brown & Williamson Tabbaco Corporation

 Envelope 1956
 Agradeço a um amigo pela coleção Lucky Strike,
 foi guardado com muito carinho através dos tempos e
hoje poder expor ela no acervo da Oficina Hobby

segunda-feira, 20 de março de 2017

História das serrarias antigas - Parte 01

Serrarias antigas
Três Barras SC - Sengés PR - São Paulo SP
 Os grandes locomoveis.- Lumber - Três Barras SC
 Grandes redutores ( caixas de engrenagens) - Três Barras SC
 Locomotiva - Três Barras SC

 A “Chaleirinha” – ou, locomotiva ‘’fire-less” – sem fogo, para evitar-se incêndios, no empilhamento de madeiras serradas. A Chaleirinha era carregada com água já fervente, mas não dispunha de fornalha, devido ao risco de incêndio, por trabalhar com madeira seca. Tinha de constantemente ser reabastecida com água quente. Está em exposição no parque infantil, dentro doa unidade do Exercito brasileiro, hoje proprietário das antigas instalações da Lumber, bem em frente à antiga casa do gerente, hoje residência do oficial comandante da unidade.
 Empilhamento de tábuas.
 O skider, guindaste para arraste de toras nas frentes de corte.
 Outra foto do skidder – observe-se as caldeiras, era tudo movido a vapor
 As serras-fita trabalhando no interior da Lumber.
 Geradores de energia elétrica, também movidos a vapor – destaque para as correias que traziam o movimento dos locomoveis,
 Geradores de energia elétrica, também movidos a vapor – destaque para as correias que traziam o movimento dos locomoveis,
 As caldeiras cujo vapor movimentava tudo na indústria, usavam a abundante serragem como combustível.
 Afiação das serras – estes eram os operários mais bem pagos da serraria, pois sua função era especializada. Com na época não havia os EPI´s, era muito comum o afiador acabar surdo após anos de trabalho..


 Vista noturna do monte de serragem queimando – durante a Grande Guerra (1914-18), a serraria parou por dez meses devido à falta de mercado. Contudo, o monte de serragem desta foto permaneceu ardendo em brasa, mesmo sem ser alimentado !
 Desdobro de toras na serra-fita.

 “Chaleirinha”- Locomotiva Fire-Less Lumber e operários – 1916.
 Guindaste na frente de corte, empilhando as toras no trem com destino à serraria.
 A foto mais famosa de Claro, o trem de toras numa enchente, na várzea do Rio Negro em Tres Barras.
 Locomotiva e respectivo guindaste na frente de corte, empilhando as toras no trem com destino à serraria.

 Trem de toras, com destino à serraria.
 Lago ao fundo da Serraria Lumber. Este lago é processo americano para estoque de toras – os pinheiros em toros são guardados boiando no lago, e deste vão sendo retirados e serrados. Ocorre que o pinheiro-do-paraná é mais denso que os americanos, e, num dia de festa da inauguração do lago, as toras simplesmente afundaram, e o lago foi abandonado, sem utilidade.
 Cremalheira para transporte de madeira Serrada – 1918.- Lumber - Sengés Pr.
 Transporte de madeira serrada – década de 30 - Sengés Pr.
 Cremalheira para transporte de madeira Serrada – 1918.

 Vista Geral da Serraria, tirada da “Serra da Lumber” – fronteira PR e SP.
 Vila da Lumber – Sengés, PR - 1943.
 Vila da Lumber – Sengés, PR - 1943.
 Oficina de carroças – Vila da Serraria Lumber Morungava – 1943.
 Carregamento de madeiras – cabos de vassouras – 1943.
 Armazém na Lumber Morungava.


 Interessante foto do carregamento das tábuas serradas. O velho, o menino e os outros estão descalços, cena comum na época em todo o Brasil.

 Transporte de toras para Serraria Lumber Morungava. À frente, Mr. Hugo Kennedy – década de 30.
 Maquinário no interior da serraria – 1943.

 Trasnporte de madeiras serradas – Lumber Morungava, 1943.
 Afiação de serras – 1943.
 Maquinário no interior da serraria.

 Transporte de toras – década de 30
 Transporte de madeira serrada da Lumber, no “Capão do Alegre” – Itararé SP, 1943.
 Maquinário no interior da serraria – 1943.
 Mr. Hugo Kennedy (à direita) e os caminhões da Lumber – década de 1930.


 Camião Chevrolet “Bull Dog” – década de 40.

Os caminhões COE cab-over engine ¨cabine sobre o motor¨ cabine e capô alongado verticalmente mostrando um design diferenciado dos demais caminhões
 Lumber Morungava, 1943.

 Transporte de tora – década de 1930.


 Transporte de toras – ao centro, Dona Waldomira, esposa de Mr. Hugo Kennedy.

Desta época tenho em meu acervo alguns serras traçador em medidas diferentes, manuais e mecânicas, Gato que é a ferramenta para girar a tora e algumas cunhas em ferro.

Fotos: Claro Gustavo Jansson